terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Prefeito Rubens Sussumu receberá do Governo do Estado Patrulha Agrícola para o fortalecimento da agricultura.

Prefeito Rubens Sussumu receberá do Governo do Estado Patrulha Agrícola para o fortalecimento da agricultura.




O governador Flávio Dino e o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca, Márcio Honaiser, realizarão na tarde desta terça feira (16), no Palácio dos Leões, a entrega de equipamentos agrícolas com o objetivo de fortalecer a agricultura do Estado.

Os 12 municípios beneficiados fazem parte dos programas Agropolos e Mais Produção, coordenados pela Sagrima e por meio de emendas parlamentares dos Deputados Federais, Weverton Rocha, José Reinaldo, Victor Mendes e André Fufuca. Ao todo, serão entregues 14 equipamentos, sendo eles, 10 patrulhas agrícolas e 4 retroescavadeiras.

Os dez municípios beneficiados com as Patrulhas são: Fortuna, Vila nova dos Martírios, São João Batista, Benedito Leite, Fortaleza dos Nogueiras, Alto Parnaíba, Tasso Fragoso, Grajaú, Humberto de Campos e Santa Luzia do Paruá. Já as quatro retroescavadeiras, irão para as seguintes cidades: Balsas, Alcântara, Santa Luzia do Paruá e Grajaú.


Fonte: Sagrima

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Inscrições para concurso da Aged/MA começaram nesta segunda (08)

A previsão de realização das provas é dia 8 de abril.
 
(Foto: Jacii Martins)


As inscrições para o concurso da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged/MA), que começaram nesta segunda feira (08), poderão ser realizadas exclusivamente via internet, pelo site da Fundação Carlos Chagas, até 09 de Fevereiro.

Os interessados em se inscrever, devem acessar o link https://www.concursosfcc.com.br/concursos/jsp/inscricao/agedm116/

A previsão de realização das provas é dia 8 de abril. Os valores das taxas de inscrições são R$ 140 para nível superior e R$ 90 para nível médio.

São 100 vagas para os níveis superior e médio, com salários iniciais variando de R$ 1.400 a R$ 4.400,00, para os cargos de Fiscal Estadual Agropecuário, voltados para área de medicina veterinária, engenharia florestal e engenharia agronômica e para os cargos de Técnico de Fiscalização Agropecuária ou Agronegócios e Auxiliar de Fiscalização Agropecuária.

O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Pesca, Márcio Honaiser, destacou que o seletivo muito esperado e necessário. “O setor agropecuário do Maranhão tem crescido bastante, muito graças à atuação da Aged, que terá, após o concurso, equipe reforçada para continuar mantendo esse trabalho de alta qualidade”.

As provas objetivas serão realizadas nas cidades de Balsas, Caxias, Imperatriz e São Luís, conforme opção indicada pelo candidato no Formulário de Inscrição via Internet. As questões são de conhecimentos gerais, língua portuguesa, noções de informática, atualidades, raciocínio lógico-matemático, noções de geografia do Estado e conhecimentos específicos.


O presidente da Aged/MA, Sebastião Anchieta, ressaltou que a realização do concurso fortalece as atividades de defesa agropecuária que agencia desenvolvemos em todo o Maranhão. “O aumento do nosso quadro será muito positivo para que continuemos alcançando bons resultados”.

Fonte: Aged/MA

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Othelino Neto assume de forma definitiva a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA)





Ainda em clima de consternação, o deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) assumiu de forma oficial na manhã de hoje (04) a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Com a morte do deputado Humberto Coutinho (PDT), o cargo de presidente abre vacância e foi ocupado, de forma definitiva, por ordem de sucessão natural, pelo 1º Vice-Presidente, no caso o comunista.


“Assumi, nesta quinta-feira (04), oficialmente, a Presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão em um ato administrativo bem discreto, em função do período de luto pelo qual passa o Parlamento por conta do falecimento do presidente Humberto Coutinho e da perda de meu pai, Othelino Filho. Estamos em um momento de tristeza e muito pesar e esse rito formal tinha que ser feito, até porque o presidente era sempre preocupado que a Assembleia continuasse seu ritmo e sua rotina. Agora vamos dar prosseguimento ao belo trabalho que foi feito por ele. Não só internamente, mantendo a harmonia entre os deputados de diferentes correntes, que são marcas características de um Parlamento, mas trabalhando principalmente para ajudar a melhorar a vida dos maranhenses, porque é à população que devemos a maior satisfação, além de garantir a harmonia entre os poderes”. Postagem do Deputado em sua pagina do Facebook

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Flávio Dino já cumpriu 92% das promessas de campanha.

Ao fim do terceiro ano de mandato é o governador que mais cumpriu promessas de campanha.



G1- O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), conseguiu cumprir mais promessas do que o campeão de 2016, Confúcio Moura (MDB). Dino subiu para primeiro no ranking após realizar mais obras e melhorar a vida dos maranhenses em 2017. De 78,37% das promessas de campanha cumpridas, Dino passou para 91,89%. Já o governador de Rondônia aumentou o índice de promessas cumpridas de 78,78% para 84,84%, mas ficou abaixo do governador do Maranhão. Flávio Dino promoveu uma verdadeira revolução no Maranhão, se destacando, ao lado de Confúcio Moura, como grandes administradores no momento em que o País vive sua pior crise econômica e política.

Uma das promessas de campanha cumprida na totalidade por Flávio Dino, trata-se de adotar, sob a coordenação da Secretaria de Planejamento, um sistema de metas de desempenho para todas as áreas de governo. As metas serão públicas e fiscalizadas pela sociedade. As primeiras metas foram implantadas a partir de 2015: I. Melhoria dos indicadores da qualidade educacional; II. Redução da mortalidade infantil e materna; III. Redução de crimes, especialmente os violentos e o tráfico de drogas; IV. Número de novas habitações construídas; V. Quantidade de residências atendidas por sistemas de abastecimento d’água e por banheiros.

Flávio Dino também cumpriu 100% a promessa de instituir o Programa de Assistência Técnica aos Municípios (Promunicipio) para viabilizar a apresentação de projetos adequados às exigências técnicas do governo federal e do próprio governo do estado, além de propiciar orientações para a célere e eficaz prestação de contas dos convênios executados.


Também o governador cumpriu a promessa de implantar a Rede Solidariedade em parceria com as igrejas, de modo que elas auxiliem na implementação de políticas sociais nas comunidades em todo o estado. Dino implantou também o Programa Mais Bolsa Família (13°) para que as famílias beneficiárias que tenham filhos em escola pública possam adquirir todo o material escolar para uma adequada aprendizagem. O programa consiste no pagamento de uma parcela a mais do benefício mediante Cartão Material Escolar. As micro e pequenas empresas em todo o território maranhense, do ramo de livrarias e papelarias, também serão beneficiadas com mais vendas propiciadas pelo programa.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Flávio Dino diz que tem que fazer agenda de quatro séculos devido ao atraso herdado no Maranhão


Governador Flávio Dino - PC do B
O governador Flávio Dino concedeu entrevista para o jornal Folha de São Paulo neste mês e que foi publicada na edição desta terça-feira, 26. Um dos pontos da conversa diz respeito aos desafios encontrados por ele no Maranhão, estado mais pobre do Brasil segundo o IBGE.

“Eu brinco que esse negócio do Juscelino, de 50 anos em 5, era fácil. Aqui são quatro séculos em quatro anos”, disse Dino, que citou como exemplo que as pessoas terem escola de tijolo, não de palha ou barro, é uma agenda do século 18. As pessoas terem acesso a careira de identidade é século 19. Ao mesmo tempo, temos uma agenda do século 20 e 21, escola em tempo integral, programa para mandar nossos estudantes para estudar no exterior”.

Ele destacou ainda que “não tivemos greve, pela política respeitosa com os servidores. Aqui a gente não debate o Estado mínimo”. Um dos mais destacados governadores do país, Flávio Dino vem enfrentando a maior crise da história brasileira com trabalho e seriedade, sobretudo porque o Maranhão é um dos estados que mais sofre com a queda da arrecadação nacional e a diminuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE).


“Aqui o povo quer serviço público. Se não for o Estado, não é ninguém”, disse Dino, para enfatizar que é importante manter as contas equilibradas e os serviços à população funcionando bem para superar a crise.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Maranhão recebe investimentos chineses

O estado do Maranhão recebe investimentos chineses volumosos em pelo menos três grandes projetos: refinaria, siderúrgica e porto.

Vários documentos e acordos foram assinados pelo vice Carlos Brandão

No Maranhão, qualquer esperança de investimento bilionário sempre foi motivo para expectativa e comemoração. A desinformação do povo, a sina inconsequente por votos e a carência estruturante que atravessa o estado há séculos transformaram anúncios de projetos (ainda que no papel), ou simples lançamentos de pedras fundamentais, em eventos determinantes, que mais se pareciam inaugurações e não projeções.

Hoje, porém, vive-se um paradoxo. Estamos prestes a presenciar a invasão de uma onda chinesa, que se alastra pelo Brasil e escolheu o Maranhão como terceiro destino mais importante do país para aportar recursos. Mas governo do estado mantém tudo na mais absoluta descrição e cautela.


Investimentos esses que integram o plano de internacionalização comercial chinês e prevê construções de megaempreendimentos mundo afora. Por aqui, visitas de técnicos chineses tornou-se uma constante. Por dois bons motivos: uma refinaria e uma siderúrgica. Ambas localizadas em Bacabeira, região metropolitana de São Luís. Os projetos estão avançados. Vários documentos e acordos foram assinados. Porém, eis o paradoxo: o governo atual evita alardear aquele que talvez seja o momento comercial mais importante da história do Maranhão.

Por quê? A resposta é simples: o trauma da Refinaria Premium, o trágico projeto da Petrobras – na época lançado com pompa por Lula, Dilma, Roseana, Sarney e Lobão – que gerou prejuízos incalculáveis para a cadeia econômica de Bacabeira. Soma-se a ele frustrações mais antigas, como o Polo Têxtil de Rosário. Agora, segundo apostam setores do governo, uma nova refinaria estaria por vir, com formalização prevista até abril e início de obras para o mesmo ano.

O governador Flávio Dino, em conversa com jornalistas na última semana, disse estar otimista quanto aos projetos. Elogiou o vice-governador, Carlos Brandão, que coordena as negociações, e se mostrou cauteloso. “Não lançarei pedra fundamental. Quero ver o início das obras”, enfatiza. Ele disse que, entre o sim e não, apostaria todas as suas fichas de que os empreendimentos irão vingar. Mas deixou claro que evitará utilizar o boa nova como moeda política em ano eleitoral.

Em conversa com a reportagem, o vice-governador, que iniciou há dois anos as negociações com os chineses sobre a nova refinaria em Bacabeira e também a siderúrgica, demonstra a mesma cautela, com mais otimismo. “A gente tem cautela porque no passado não foi bom. Divulgaram muito, em vésperas de campanha, na iminência de levar boa notícia à população e nada aconteceu”, relembra.

Para ele, “mesmo um projeto bem estruturado, reunindo algumas das maiores empresas do ramo”, pode ser atingido por influências macroeconômicas externas. “Imagina se, lá na frente, a China decide suspender seus investimentos?”, comenta. Uma frustração, sem dúvida, que o maranhense não quer mais.

O vice-governador reforça, porém, que o pessimismo é apenas um exercício de imaginação e que todas as fichas estão apostadas no fechamento do acordo, previsto para abril. “O horizonte está nos mostrando que não vai ter problema. Primeiro, porque nós precisamos da matéria-prima, do combustível. A China não demonstra crise pela frente, ainda permanece com uma política de investimentos muito agressiva. E no Irã (um dos parceiros do consórcio) o petróleo não acabará tão cedo”.

Nova Refinaria em Bacabeira

Há três anos, com o fim do sonho da Refinaria Premium, da Petrobras, o governo do Maranhão decidiu insistir e buscou investimentos privados estrangeiros. Conseguiu despertar o interesse de três países, além do Brasil, para implantação de um consórcio: China, que construirá a refinaria, Índia, que será responsável pela fiscalização e acompanhamento do projeto, e Irã, que entrará com o petróleo a ser refinado.

Será implementada em Bacabeira, exatamente no mesmo local da Refinaria Premium, aproveitando a terraplanagem, que necessita só de uns ajustes. O projeto é grandioso. Segundo o governo do Maranhão, é o mais caro projeto em atividade no Brasil. Serão investidos R$ 20 bilhões.

A refinaria terá os melhores padrões internacionais. Será da Companhia Petrolífera da China (Sinopec), uma das maiores petrolíferas do mundo, com refinarias e a quinta maior empresa do globo, segundo a revista Forbes. “Ela tem refinaria no mundo inteiro. Na hora que entrou a maior empresa do mundo de petróleo nesse projeto, nos ficamos seguros que o projeto vai realmente acontecer. Porque uma empresa dessa não entra pra brincar, entra pra fazer”, reforça Brandão.

O governo evita falar em prazos. Porém, trabalha para que, em meados de 2018, o consórcio seja formalizado, o acordo assinado para que o grande empreendimento possa ser anunciado. Para entrar em operação, ninguém arrisca o prazo. Mas não será breve.

Siderúrgica chinesa

A construção de uma siderúrgica para exportação está mais avançada. Várias fases do projeto foram vencidas, entre elas: desapropriação do terreno, aprovação de isenções fiscais tanto do governo, quanto da Prefeitura de Bacabeira, além da modelagem comercial do projeto. O contrato foi assinado entre o governo e a CBSteel.

A CBSteel é um veículo de investimentos que foi montado na China em agosto de 2015 com capital inicial de 50 milhões de yuans (cerca de R$ 27 milhões). Sua estrutura acionária contém uma mineradora, a Shandong Yiyuan Xingguo Mining, e uma siderúrgica, a Taishan Steel, além de dois fundos (um de Pequim). A holding é originada em Shandong, província chinesa onde se situa o porto de Qingdao, o segundo mais importante do país no comércio exterior de mineração e siderurgia.

“Estamos praticamente na fase final”, diz Brandão. Os chineses já vieram ao Maranhão em diversas ocasiões e agora se preparam para montar o escritório próprio.

Os benefícios para o estado são diversos, principalmente na geração de empregos. Serão criados 10 mil empregos na construção e cinco mil na operação.

O investimento anunciado é de até US$ 8 bilhões – em duas fases – para produção de até 10 milhões de toneladas de aços longos. O projeto, que atraiu uma série de críticas do setor no Brasil, pode saturar um mercado já com excesso de capacidade. Porém, o governo aposta que toda produção será para exportação. “Ao contrário da refinaria, que servirá o mercado interno, a siderúrgica exportará praticamente toda produção. Essa é a pretensão dos chineses”, finaliza o vice-governador.

Porto da WTorre, também chinês

O Maranhão detém um complexo de três portos: Itaqui, Vale e Alumar. Terá um quarto: a WPR, braço da gigante brasileira WTorre, prepara-se para construir mais um. Com finalidade comercial semelhante ao do Itaqui (exportará grãos, celulose, gados e contêineres e importará combustível e fertilizantes), o negócio tem 51% de capital da China Communications Construction Company (CCCC). O termo de compromisso assinado entre as duas empresas em abril deste ano prevê a construção de um projeto orçado em aproximadamente R$ 1,7 bilhão.

“Ele aumentará, substancialmente, a capacidade de escoamento do Maranhão, que já conta com terminais de uso privado e o porto público do Itaqui, relevantes na exportação de minério de ferro e grãos”, hoje em ampla expansão na prestação de serviço. E resumiu: “Voltamos a ser pauta na mesa de negociação dos grandes investidores porque estamos reconquistando a nossa credibilidade no mercado”.


A estimativa da WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais é que cinco mil empregos diretos e indiretos sejam criados graças ao novo terminal. A construção do TUP vai ampliar, também, a capacidade de escoamento da produção no Maranhão.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O ódio na política

O ódio na política


O ódio é a negação da política no seu sentido mais nobre.


O ódio está inundando o país, tornando o Brasil líder absoluto  em mortes violentas, aqui mata mais do que em países em guerra, superando a violência na Índia, Síria, Nigéria e Venezuela, os dados são da entidade Small Arms Survey, considerada como referência mundial para a questão de violência armada. Foram 70,2 mil mortes, o que equivale a mais de 12% do total de registros em todo o planeta, no ano de 2016.

Com a banalização da vida, são destruídas famílias de todos os níveis sociais. A negação de um simples aparelho celular, pode ser sentença de morte, ou ainda por inveja, desejo do poder a todo custo, orgulho, rancor, e, principalmente pelo ódio. Além, das que não existem explicações para tais atos, como o fato ocorrido em Barra do Corda (MA), no último dia 06, quando o próprio filho está sendo acusado como principal suspeito da morte do pai, o ex-prefeito Manoel Mariano de Sousa, o Nenzim.

É inaceitável a política do ódio, principalmente quando proliferada nas redes sociais, que induz ou tenta introduzir na nossa cultura a intolerância, a intransigência, com mensagens de linguagem negativa, mortífera, que dilacera mentes, principalmente as mais frágeis.


Respeitar ou compreender não é sinônimo de aceitar ou concordar. E,  muito menos de não lutar para sua superação. Por tanto, para que as suas ideias sejam aceitas,  aceite também as dos outros!

Prefeito Rubens Sussumu receberá do Governo do Estado Patrulha Agrícola para o fortalecimento da agricultura.

Prefeito Rubens Sussumu receberá do Governo do Estado Patrulha Agrícola para o fortalecimento da agricultura. O governador Flávio ...