sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ESCOLAS DE ALTO PARNAÍBA INICIAM ANO LETIVO DE 2014

ESCOLAS DE ALTO PARNAÍBA INICIAM ANO LETIVO DE 2014

FOTO: CARLOS BIAH / AGÊNCIA BPI

Este ano de 2014, os calendários das escolas estaduais, municipais e particulares, tiveram a data adiantada para o início das aulas, por conta da realização dos jogos da Copa do Mundo, que acontecerá em nosso País.
 
FOTO: CARLOS BIAH / AGÊNCIA BPI

Em Alto Parnaíba - MA, distante 1.110 km da capital São Luís, também não foi diferente as escolas particulares, já iniciaram suas atividades. As municipais iniciam hoje (31), último dia deste mês de janeiro. A única exceção é a escola da rede estadual, que dará inicio ao no letivo somente no dia 10 de fevereiro.

FOTO: CARLOS BIAH / AGÊNCIA BPI
Qualificar o atendimento das crianças que frequentam as Unidades de Ensino do Município de Alto Parnaíba é uma das prioridades da Secretaria de Educação do município, segundo o secretario de Educação e Vice - prefeito Raimundo Nonato de França Oliveira. O secretario apresentou os dados referentes ao ano letivo de 2013, a Escola M. São José apareceu com os melhores índices e a U. I. Marly Sarney se destacou com os piores, o que preocupa, podendo mais uma vez puxar o IDEB do município para baixo.

Ressaltamos, que foram distribuídos brindes aos melhores alunos de 2013, entre eles, bicicletas, tablets e vale compras no valor de R$ 150,00 premiando os três primeiros de cada escola da zona urbana. O município alto-parnaibano possui atualmente 40 escolas entre zona urbana e rural e atende cerca de 2.700 alunos.

FOTO: CARLOS BIAH / AGÊNCIA BPI
O Prefeito Itamar Vieira, em tom moderado e bem diferente do ano passado, usou da palavra elogiando os trabalhos realizados pela SEDUC (Secretaria Municipal de Educação). Em seu pronunciamento, disse que: “Candidatos abrem sua própria cova achando que o dinheiro da pra tudo e que, quem está ocupando o cargo às vezes não faz por que não quer, mas, depois de eleitos percebem que a realidade é bem diferente”, além disso, agradeceu ao presidente do SINSEPAP, 'por manter um bom dialogo com o poder executivo'.

O município de Alto Parnaíba possui problemas crônicos, atualmente é o segundo em extensão territorial do Estado com mais de 11 mil km² e com uma das menores densidades demográficas do país, menos de um habitante por quilômetro quadrado (0,9 hab/km²) e com difícil acesso ao interior, dificultando a nucleação, das quarenta escolas municipais, trinta e cinco estão na zona rural, com pouco mais de 400 alunos, menos que a Escola Mun. Conceição Néris, no bairro Santo Antonio, que possui mais de 600 alunos.
FOTO: CARLOS BIAH / AGÊNCIA BPI
Este ano a grande procura dos alunos de Alto Parnaíba – MA, por escolas em Santa Filomena – PI é outro agravante, entre Ensino Fundamental e Médio, o êxodo já se aproxima dos 100 alunos o que representa um prejuízo na faixa de R$ 228.500,00 anual, entre os dois entes federados. Tem que ser feito um diagnóstico para apurar o grave problema que está levando os alunos a mudarem de cidade, alguma coisa ocorreu errado ano passado.

Fonte: FNDE 

Reportagem: Raildson Rocha e Carlos Biah

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FAZ SHOW DE DISTRIBUIÇÃO DE PRÊMIOS NA ABERTURA DO ANO LETIVO DE 2014

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FAZ SHOW DE DISTRIBUIÇÃO DE PRÊMIOS NA ABERTURA DO ANO LETIVO DE 2014  



Foto: Sandra Regina



Foto: Sandra Regina
A Prefeitura de Santa Filomena, situada no sudoeste do Piauí,  por meio da Secretaria de Educação, realizou na tarde de hoje (27) a abertura oficial do ano letivo, a programação contou com vasta distribuição de brindes como: bicicletas, computadores, tablets, jogos didáticos dentre outros.


O evento contou com presença dos Diretores, Coordenadores, Professores, Autoridades, Pais, e, é claro, dos alunos da rede municipal de ensino, que são os grandes atores de transformação social, que receberam também,  uniformes escolares.



O  Professor Pedro Eimard Maia de Sousa, Secretário Municipal de Educação deu as boas vindas  e agradeceu a presença de todos.











As aulas da rede municipal de ensino têm início no dia 28 de janeiro (terça-feira).



Foto: Sandra Regina
Foto: Sandra Regina



Veja mais fotos em: 
https://www.facebook.com/luciadefatima.maiadesousa/posts/1827523330719964





Ana Clara não pode ver as gaivotas

Apontar os problemas vividos pelo Maranhão não é um ato de desamor ao estado, e sim uma atitude cidadã, de quem tem a consciência crítica para se contrapor ao ufanismo cego e reafirmar a paixão por uma terra que merece dias melhores.






Neste final de semana, as redes sociais tem suscitado um debate sobre o “amor” ao Maranhão e  o elogio às belezas naturais do estado, decantadas nos célebres versos de Gonçalves Dias. Até mesmo as gaivotas tem sido motivo de polêmicas. Declarar “amor” ao Maranhão fica ainda mais fácil para quem não enfrenta o cotidiano de dificuldades, vivido pela parcela mais pobre da população deste estado, que mesmo merecedor  de tanta paixão por parte de quem teria condições de contribuir para  tirá-lo das ultimas posições nos indicadores sociais,  agora também vive sitiado pela violência.
Enquanto o debate sobre as gaivotas tomava conta das redes sociais neste final de semana,  onze assassinatos foram registrados  na região metropolitana de São Luís, considerada uma das 15 cidades com maior número de taxas de homicídio do mundo.  As estatísticas de 2014 seguem o mesmo ritmo dos anos anteriores e as mortes com características de execução, vistas pelas autoridades policiais como resultante de acerto de contas, crescem em uma progressão geométrica.
Os trabalhadores e usuários do sistema transporte coletivo da capital vivem uma rotina de medo,  com assaltos ocorrendo em plena luz do dia e a violência no complexo penitenciário do Estado, onde o poder público parece incapaz de tomar conta da situação, fez o Maranhão ganhar destaque internacional e há tempos  extrapola o muro dos presídios
Ana Clara fazia parte desta grande parcela de maranhenses que também amam o estado onde vivem, andam de ônibus  e residem em locais cujo poder público só entra às vezes com a polícia e  só lembra que existem,  em período eleitoral. Ela também queria ver gaivotas. Talvez tenha ido na sua tenra idade às praias da ilha e contemplado a beleza natural da “Terra das Palmeiras” mas teve a vida ceifada de maneira trágica por conta da crescente onda de violência que atormenta  a capital maranhense.
Infelizmente, por uma sucessão de acontecimentos que incluem a omissão do Estado, Ana Clara não pode ver as gaivotas. Não poderá mais ir ao Aracagy, ao Olho D´Agua e sua mãe Juliane ainda nem sabe disto. Anda nem sabe que Ana Clara partiu. Ela  segue na luta pela  vida  em Brasília, por que nem mesmo a  “saúde britânica” ,prometida como a oitava maravilha do mundo na propaganda oficial do governo do Estado, teve condições de prestar um atendimento mais qualificado as vítimas dos ataques a ônibus ocorridos no dia 03 de janeiro.
A onda de ufanismo  repentino  gerou inclusive uma campanha nas redes sociais com o slogan “ Eu Amo o Maranhão”, algo  semelhante  ao que ocorreu  no regime militar durante a época do “ Brasil, Ame-o ou deixe-o”. Mas toda essa paixão avassaladora pelo Maranhão  precisa ser canalizada em prol de de ações que  contribuam significativamente para a melhorar a situação vivida por grande parte da população deste estado como as famílias de Ana Paula, de Márcio Ronny,  que  inclusive cobram do  poder público, a assistência anunciada aos quatro ventos mas que nunca foi posta em prática.
Apontar os problemas vividos pelo Maranhão não é um ato de desamor ao estado, e sim uma atitude cidadã  de quem tem a consciência crítica para se contrapor  ao ufanismo cego e reafirmar a paixão por uma terra que merece dias melhores. Não será escondendo debaixo do tapete as mazelas deste estado  que iremos construir as condições  para que situações como a tragédia de Ana Clara não se repitam  e nossas crianças  cresçam com  a expectativa  de um futuro mais digno.

Flávio Dino realiza 1º debate online em 2014 com internautas

Flávio Dino realiza 1º debate online em 2014 com internautas


A partir das 20h desta segunda (27), Flávio Dino conversará com os internautas maranhenses e usuários de redes sociais por meio do Youtube. O pré-candidato, durante a terceira videoconferência, fará um balanço sobre sua gestão à frente da Embratur, sobre a volta ao Maranhão e sobre os desafios da realidade social do estado.

Este é o terceiro debate de Flávio Dino com os internautas, tendo como marca  o diálogo e a transparência para expor idéias e propostas. Nesta edição, serão abordados temas relativos aos 3 anos de experiência no Governo Federal como presidente da Embratur, a dedicação na volta ao Maranhão e os desafios que marcam a realidade social do estado.


Às 15h, será disponibilizado um link de acesso à videoconferência. Para participar, basta acompanhar os perfis: www.facebook.com/FlavioDino ,  www.twitter.com/FlavioDinoou www.twitter.com/dialogospeloma, que orientarão os internautas sobre como se integrar ao bate-papo.

Celular no Maranhão terá nono dígito

Celular no Maranhão terá nono dígito


Da Agencia Brasil

Os números de telefone celular dos estados do Amazonas, Pará, Maranhão, Amapá e Roraima terão um dígito a mais a partir de 2 de novembro. O dígito 9 deve ser incluído antes dos números com DDD 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98 e 99.

O aviso foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), após 2 de novembro, as ligações feitas com oito dígitos ainda serão completadas por tempo determinado, para adaptação das redes e usuários. As pessoas receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após o período de transição, as chamadas com oito dígitos não serão mais completadas.

Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, a medida vai demandar adequações em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos de PABX e agendas de contato.


No final de outubro, os números de telefone celular do Rio de Janeiro e do Espírito Santo sofreram a alteração. O dígito 9 foi acrescentado antes dos números que têm DDD 21, 22 e 24, 27 e 28. O DDD 11, da cidade de São Paulo, passou pela mudança em julho de 2012 e, em agosto do ano passado, foi a vez dos demais DDDs do estado (12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19). A Anatel informou que o nono dígito será implementado  em todo o país até o fim de 2016.

OBRIGATORIEDADE DE FÉRIAS ESCOLARES DURANTE A COPA DO MUNDO PODE SER REVOGADA

OBRIGATORIEDADE DE FÉRIAS ESCOLARES DURANTE A COPA DO MUNDO PODE SER REVOGADA

Lei Geral da Copa estabelece que os sistemas de ensino ajustem os calendários escolares de forma que as férias escolares das redes pública e privada compreendam todo o período da Copa


Fonte: Agência Senado

Escolas públicas e privadas das 12 cidades que sediarão a Copa do Mundo de futebol da FIFA de 2014 poderão manter atividades pedagógicas enquanto as bolas estiverem rolando nos gramados. É o que determina projeto que deverá ser analisado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) a partir de fevereiro, quando for iniciado o ano parlamentar.

A Lei Geral da Copa estabelece que os sistemas de ensino ajustem os calendários escolares de forma que as férias escolares das redes pública e privada compreendam todo o período da Copa, de 12 de junho a 13 de julho deste ano. A proposta que será examinada pelo colegiado revoga o art. 64 da Lei Geral da Copa (Lei nº 12.663, de 2012), para desobrigar as escolas de interromperem as atividades pedagógicas durante a competição mundial de futebol.

O texto que será examinado pelos senadores é um substitutivo da senadora Lídice da Mata (PSB-BA) ao projeto de Lei do Senado (PLS 451/ 12) apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Ambos os senadores entendem que a Lei Geral da Copa não pode se sobrepor à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394 de 1996). A LDB define que o calendário escolar seja adequado às peculiaridades locais e que devem ser cumpridos, no mínimo, 200 dias letivos.

“Parece-nos, inclusive, ser inconstitucional que se possa considerar diretriz ou base da educação a decretação de férias escolares por conta da realização de um evento esportivo, por mais que ele mereça nossa atenção e entusiasmo. Que os estados, os municípios, o Distrito Federal e as escolas privadas decidam o que convém a seu planejamento escolar, com a liberdade que a Constituição Federal lhes confere”, argumenta Lídice.

Para Paulo Paim, o recesso poderia prejudicar o processo pedagógico desenvolvido pelas escolas.

“O número de partidas a serem realizadas em cada sede é expressivamente pequeno diante da suspensão das aulas por todo o período da competição. No Rio Grande do Sul, por exemplo, haverá apenas cinco partidas, todas na capital. Não é razoável que os alunos de todo o estado fiquem sem aulas durante um mês, principalmente os daqueles municípios mais distantes, onde os efeitos dos eventos esportivos serão ínfimos, provavelmente não afetando a mobilidade urbana e o comércio do município”, avalia o senador gaúcho.

Paim lembra que a Lei já permite que os dias de realização de jogos possam ser ponto facultativo, nas cidades de sua realização, ou mesmo feriado nacional, no caso de disputas da seleção brasileira.

Aval
O projeto vai ao encontro de parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo Ministério da Educação (MEC) no início de 2013. O MEC recomenda, na decisão publicada em março do ano passado, no Diário Oficial da União (DOU), que os sistemas do país ajustem o calendário de aula durante o período do evento, especialmente nos locais que vão sediar os jogos.


O PLS receberá decisão terminativa na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.

Leia mais em: 

A Fifa nunca mais será a mesma depois da Copa no Brasil


domingo, 26 de janeiro de 2014

Sarney, que diz nunca ter processado jornalista, quer fechar o Jornal Pequeno

Sarney, que diz nunca ter processado jornalista, quer fechar o Jornal Pequeno

Nunca um político brasileiro foi tão execrado nacional e até internacionalmente como o maranhense José Sarney. Os piores momentos do ex-presidente da República, hoje senador pelo Amapá, aconteceram durante os escândalos dos atos secretos e agora, em meio à ruidosa crise no sistema penitenciário e na Segurança Pública do Maranhão.
Sarney hoje é um político sem condições de sair normalmente à rua, sob pena de sofrer constrangimentos ou até coisa pior, dependendo do local. Isso é fato! Alvo de achincalhes e críticas fortes de toda a imprensa brasileira, especialmente de grandes jornais e emissoras de televisão, como Estadão, Folha de São Paulo, Veja, IstoÉ, Época, Rede Globo, Band, Record, SBT e tantos outros, José Sarney atinge seu pior momento e chega ao final da carreira política da forma mais humilhante, degradante e triste, com sua biografia emporcalhada.
Sem saída, e convicto, mais do que ninguém, do fim do seu império no Maranhão, José Sarney necessita de se vingar, precisa descontar em alguém.
E esse ‘alguém’ que escolheu, em meio a tanta ‘gente’ na mídia mundial mostrando a triste realidade do Maranhão e de sua família, foi o Jornal Pequeno, o bravo, combatente e resistente veículo fundado há 62 anos por Ribamar Bogéa e hoje comandado por Dona Hilda Bogéa e seus filhos.
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Com três processos contra o Jornal Pequeno e uma investigação na Polícia Federal contra o seu diretor Lourival Bogéa, fora outras três ações de um aliado ‘faz-tudo’, Sarney já conseguiu vários bloqueios online das contas do JP e agora está querendo penhorar a sede do jornal, na Rua Afonso Pena.

Interessante é que os processos estavam todos parados e agora, em janeiro, coincidentemente nesse momento de crise que ele vive, tiveram uma movimentação extraordinária na justiça brasiliense. Das duas uma: ou ele quer se vingar no Jornal Pequeno por toda essa surra nacional e internacional que está levando ou, mais uma vez, está pretendendo nos intimidar, tentando inviabilizar o nosso jornal.
Do Colunaço do Peta de amanhã.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Carta dos bispos do Maranhão sobre a situação de violência no Estado

Carta dos bispos do Maranhão sobre a situação de violência no Estado


Os bispos do Regional Nordeste 5 da CNBB (Maranhão) divulgaram carta ao Povo de Deus e a todas as pessoas de boa vontade, na qual denunciam a cultura da violência presente no Estado. “Não é este o Estado que Deus quer. Não é este o Estado que nós queremos!”, afirmam os bispos.  No texto, os fiéis são convocados a realizar um gesto concreto no dia 2 de fevereiro, Festa de Apresentação do Senhor, Luz do mundo, e de Nossa Senhora das Candeias. Os bispos pedem para que seja feita “em todas as comunidades uma caminhada silenciosa à luz de velas, por ocasião da celebração”.


PREFEITO DECRETA LUTO OFICIAL POR TRÉS DIAS

PREFEITO DECRETA LUTO OFICIAL POR TRÉS DIAS


O Prefeito Antônio Carlos Rodrigues Vieira decreta luto oficial no município de Tasso Fragoso por 03 dias devido o triste acontecimento que foi o falecimento do Vereador Evangelista Lima de Souza, no mesmo decreto determina ponto facultativo para os funcionário públicos municipais para que os mesmos possam acompanhar o funeral.

Fonte: Tasso Fragoso Assecom

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

MORRE VEREADOR DO PV

MORRE VEREADOR DO PV




Faleceu por volta das 17 horas de hoje (21) o vereador do PV de Tasso Fragoso Evangelista Lima de Souza, a causa morte ainda não foi divulgada, mas temos informações que o mesmo passava por tratamento médico e no momento do óbito estava em traslado para a cidade de Araguaína Tocantins. Evangelista exercia seu segundo mandato e era o atual vice-presidente da câmara. O corpo do vereador já está na residência da família, mas deve ser velado no plenário da câmara municipal. A qualquer momento voltamos com mais informações e com o boletim constando a causa da morte.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Roseana Sarney é alvo de pedido de impeachment pelo caso Pedrinhas

Por Leandro Sakamoto (UOL)



Um pedido de impeachment da governadora do Maranhão Roseana Sarney será protocolado, nesta terça (14), pelo Coletivo de Advogados em Direitos Humanos, na Assembleia Legislativa do Estado. De acordo com Eloísa Machado, advogada do coletivo, a governadora praticou crime de responsabilidade ao não impedir a violência no complexo penitenciário de Pedrinhas.

“As graves violações de direitos humanos que ocorreram em Pedrinhas não são um acidente, um acontecimento imprevisível. Os episódios de grave violência já haviam sido constatados, em 2011, pelo Conselho Nacional de Justiça, que avisou a governadora que as coisas precisavam mudar com urgência”, afirma Eloísa, que também é professora do curso de direito da FGV-SP. ”Nestes casos, falta de vontade política é crime de responsabilidade. A governadora deve ser responsabilizada politicamente pela sua inabilidade em impedir, prevenir e reparar essas violações de direitos humanos.”
Punição por crimes de responsabilidade são mais comuns em casos de corrupção e malversação de recursos públicos. De acordo com a advogada, a ideia de promover a responsabilidade política dos  governantes por violações de direitos humanos é ainda pouco explorada. “Nossos governantes não são intocáveis. Acredito que a Assembleia Legislativa do Maranhão estará atenta aos reclamos da sociedade maranhense e do Brasil como um todo. Afinal, este é o seu papel.”
O Coletivo de Advogados em Direitos Humanos (Cadhu) é uma articulação composta por advogados e profissionais que procuram promover os direitos humanos em ações estratégicas de grande impacto. Toda a sua atuação é feita de forma pro bono. Criado em 2013, congrega advogados experientes na defesa de direitos humanos e conta, hoje, com mais de 20 colaboradores.
O coletivo pede que a Presidência da Assembleia determine, no prazo de 15 dias, a criação de uma comissão especial, com observância da proporcionalidade partidária, com a finalidade de emitir parecer sobre a representação, a procedência da denúncia pelo crime de responsabilidade e a suspensão de Roseana Sarney do cargo de governadora. E, por fim, seu impeachment.
Segue entrevista feita por este blog com Eloísa Machado sobre o pedido de impeachment:
Qual a justificativa para o pedido de impeachment da governadora Roseana Sarney?
O pedido de impeachment sustenta que a governadora praticou um crime de responsabilidade ao não impedir essa onda de violência em Pedrinhas. A lei 1.079/50 e a própria Constituição do Estado do Maranhão apontam que os Governadores cometem crime de responsabilidade se permitem graves violações aos direitos individuais e se deixam de responsabilizar seus subalternos. É exatamente isso que está acontecendo no Maranhão: graves violações a direitos humanos e nenhuma responsabilidade.
De acordo com o pedido de impeachment, a governadora Roseana Sarney tinha conhecimento do que acontece no sistema prisional maranhense, pelo menos desde o início do seu mandato. Pode-se afirmar que, do ponto de vista legal, ela foi conivente com as dezenas de mortes que ocorreram por lá?
As graves violações de direitos humanos que ocorreram em Pedrinhas não são um acidente, um acontecimento imprevisível. Os episódios de grave violência já haviam sido constatados em 2011 pelo CNJ, que avisou a governadora que as coisas precisavam mudar com urgência. Mas, mesmo assim, nada foi feito, nem mesmo quando começaram as mortes em janeiro de 2013, há um ano atrás, até chegarmos ao inaceitável número de 62 mortos. Nestes casos, falta de vontade política é crime de responsabilidade. A governadora deve ser responsabilizada politicamente pela sua inabilidade em impedir, prevenir e reparar essas violações de direitos humanos.
As violações aos direitos humanos em Pedrinhas fogem ao que acontece no sistema prisional do restante do país?
O sistema prisional brasileiro padece de muitos problemas. Há mortes, há tortura, há superlotação. Mas o caso de Pedrinhas é claramente um ponto fora da curva, é mais grave e mais violento. A mortalidade no sistema maranhense é maior. A ONU se manifestou, a Comissão Interamericana concedeu medidas cautelares. Não podemos banalizar uma violência desta natureza, decapitações, desmembramentos, não são episódios corriqueiros.
Punição por crimes de responsabilidade são mais comuns em casos de corrupção e malversação de recursos públicos. O Brasil e, mais especialmente, o Maranhão está preparado para analisar um pedido com base em violação aos direitos humanos?
Não tenho conhecimento de outro pedido de impeachment em razão de violações de direitos humanos. Mesmo havendo previsão legal para que isso ocorra, a ideia de promover a responsabilidade politica dos nossos governantes por violações de direitos humanos é ainda pouco explorada. O mesmo ocorre com a intervenção federal e com os pedidos de federalização. Há a previsão, mas seu uso e aplicação são raríssimos. Nossos governantes não são intocáveis. Os recursos e salvaguardas para os direitos humanos precisam ser usados e a responsabilidade precisa ser definida. Acredito que a Assembleia Legislativa do Maranhão estará atenta aos reclamos da sociedade maranhense e do Brasil como um todo. Afinal, este é o seu papel.
A família Sarney tem bases fortes na Assembleia Legislativa e no sistema de Justiça no Maranhão. Contudo, nos últimos dias, a governadora brigou com o Judiciário e com o Conselho Nacional de Justiça. Há clima político para um impeachment? Ele fortalece a proposta de intervenção federal no Estado?
Acredito que há clima político para impeachment. A ONU fez um pronunciamento duríssimo. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos condenou a violência e demandou providências urgentes. Por aqui, a Procuradoria Geral da República já anunciou que vai solicitar a intervenção federal. O CNJ e o Tribunal de Justiça também foram muito duros na condenação da violência e Pedrinhas.
Também acredito que a Assembleia Legislativa do Maranhão tem condições de dar andamento a este processo. A responsabilidade por graves violações de direitos humanos, como estas, tem que transcender alianças partidárias.
No entanto, é claro que ao abrir uma possibilidade mais extrema de responsabilização, como o impeachment, as demais alternativas menos gravosas, como a intervenção federal, podem ganhar força. Esperamos, com este pedido, somar esforços para que as graves violações de direitos humanos ocorridas em Pedrinhas sejam reparadas e que não mais voltem a se repetir.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Começa hoje em Juazeiro do Norte - CE, o 13° encontro das CEBs



 Começa hoje em Juazeiro do Norte - CE,   o 13° encontro das CEBs





De 07 a 11 de janeiro de 2014, a cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, receberá o 13º Intereclesial de Comunidades Eclesiais de Base. Com o tema "Justiça e Profecia a serviço da vida” e lema “CEBs: Romeiras do Reino no Campo e na Cidade”, o encontro acolherá em torno de 4 mil pessoas no Cariri cearense, representando suas comunidades em todo o Brasil.

O que é o Intereclesial?

O Intereclesial é o encontro de celebração e avaliação da caminhada das CEBs. Reúnem representantes das dioceses do Brasil, outros países e de outras igrejas. Além de partilhar a vida, as experiências e as reflexões das CEBs, o Intereclesial é memória viva da caminhada da Igreja, revela com mais clareza a situação de sofrimento e resistência de nossos povos e expressa a biodiversidade de nosso planeta Terra.

O coordenador do 13º Intereclesial, padre Vileci Basílio Vidal, recorda que “a Igreja latino-americana, inspirando-se no Concílio Vaticano II (1962-1965) e na Conferência de Medellín (1968), partiu, decididamente, para a formação de CEBs. Foram e continuam sendo um grande valor para as pessoas, para a Igreja e para a sociedade. Seus membros amadurecem na fé, aprendem juntos a viver a espiritualidade do seguimento de Jesus dentro da realidade em que vivem”.

A conferência de Aparecida valorizou as CEBs como “expressão visível da opção preferencial pelos pobres; elas são fonte e semente de variados serviços e ministérios a favor da vida na sociedade e na Igreja” (DA 179).

Nessa perspectiva, “a proposta da organização das CEBs em rede de comunidades dá mais espaço aos leigos e oferecem uma melhor presença eclesial no território; esse processo se dá pela organização das famílias em grupos de reflexão bíblica, celebração litúrgica e serviços missionário ou pastoral”, complementa padre Vileci.

Programação

A programação se insere no contexto do "Ver”, "Julgar” e "Agir”, mostrando que ao conjugar estes verbos as CEBs também estão preparadas para fazer uma avaliação dessa caminhada e uma análise crítica e frutífera dessa memória histórica.

Na programação haverá visitas às paróquias e comunidades; testemunhos de luta, desafios e esperança, momentos de celebrações, além de oficinas e plenárias que contarão com a participação de assessores/as nacionais.

Faz parte ainda da programação uma Feira de Economia Solidária e Comércio Justo, tudo em consonância com modelos sustentáveis que provam que é possível se movimentar fora da lógica capitalista.

Já foram realizados doze Intereclesiais:

1º- 1975, Vitoria/ES - Uma Igreja que nasce do Povo pelo Espírito de Deus.

2º- 1976, Vitoria/ES - Igreja, Povo que caminha

3º-1978, João Pessoa/PB - Igreja, Povo que se liberta.

4º-1981, Itaici/SP - Igreja, Povo oprimido que se organiza para a libertação.

5º-1983, Canindé/CE - Igreja, Povo Unido, semente de uma nova sociedade.

6º-1986, Trindade/GO - CEBs, Povo de Deus em busca da Terra Prometida.

7º-1989, Duque de Caxia/RJ - CEBs, Povo de Deus na América Latina a caminho da libertação.

8º-1992, Santa Maria/RS - CEBs, Povo de Deus renascendo das culturas oprimidas.

9º-1996, S. Luís/MA - CEBs, Vida e Esperança nas massas.

10º-2000, Ilhéus/BA - CEBs, Povo de Deus, 2000 anos de caminhada.

11º-2005, Ipatinga/MG - CEBs, espiritualidade libertadora: Seguir Jesus no compromisso com os excluídos.

12º-2009, Porto Velho/RO - CEBs: Ecologia e Missão: “Do ventre da terra, o grito que vem da Amazônia!”

13º-2014, Juazeiro do Norte/CE – Justiça e Profecia a serviço da vida: CEBs, romeiras do reino no campo e na cidade.




Mais informações no site do 13º Intereclesial das CEBs

Contatos
Secretariado do 13º Intereclesial das CEBs
Rua Teófilo Siqueira, 631 - Crato –
Fone/fax: (88) 3521-1110/(88) 97135854 – Clarinha
intereclesialcrato@yahoo.com.br

Assessoria de Comunicação
Pe. Julio Ferreira
(85) 9906.7039
Pe. Jaime C. Patias (jcpatias@hotmail.com)
(61) 8102 9703

O crescimento dos crimes no Maranhão

 O crescimento dos crimes no Maranhão


Por Flávio Dino (Presidente da Embratur)

Em todas as TVs, jornais, revistas e sites do Brasil está retratado o crescimento da criminalidade no Maranhão. São decapitações, estupros, crianças queimadas vivas, assassinatos.
De onde vem essa “onda repentina”? Quem está organizando essas quadrilhas ? São perguntas fundamentais diante de quadro tão grave.

EM PRIMEIRO LUGAR, é importante entender que não se trata de uma “onda repentina”. O fato de o Maranhão ter os piores indicadores sociais do Brasil cria as condições para o crescimento de toda espécie de crimes.

Além disso, nesse caso o exemplo vem “de cima”: a subtração cotidiana do dinheiro público pelos poderosos destrói qualquer cultura de respeito à legalidade que possa servir de barreira contra o engajamento de novos agentes no mundo do crime.

EM SEGUNDO LUGAR, vale ressaltar que é FALSA a ideia de que os crimes estão “restritos” ou “nascem” da Penitenciária de Pedrinhas.

Na verdade, os crimes estão nas ruas, acima de tudo. Basta ver o brutal aumento de homicídios em São Luís, ano a ano. Para citar o número mais recente, houve um salto de 635 assassinatos em São Luís no ano de 2012, para mais de 800 em 2013.

Ademais, todos sabem que o consumo de crack e outras drogas aumentou muito em todo o Maranhão. Ora, se aumentou o consumo, aumentou o tráfico, e esta é a principal causa do incremento da criminalidade.
A tomada das ruas pelas organizações criminosas só foi possível por conta do enfraquecimento das Polícias. 

TEMOS HOJE O MENOR NÚMERO DE POLICIAIS POR HABITANTE DO BRASIL. Essa deficiência se soma a uma crônica falta de equipamentos e negativa de direitos aos policiais e agentes penitenciários.

Esses são fatores que precisam ser enfrentados, com urgência. Para isso é imprescindível que o governo do Estado rompa essa postura de inércia, de desqualificação do Poder Judiciário e de propaganda vazia e desrespeitosa.

Um ótimo começo seria a constituição de um Gabinete de Crise, com a participação de todas as instituições do sistema de Segurança e de Justiça, juntamente com a sociedade civil (por exemplo: Judiciário, Ministério Público, OAB, SMDDH, Defensoria Pública, Polícias estaduais, Polícia Federal, Guarda Municipal, Forças Armadas).

Está claro que o governo do Estado, sozinho, não vai dar conta do problema. Logo, é necessário espírito democrático para articular novos atores para que passos reais sejam dados. Caso contrário, mais crimes bárbaros vão destruir famílias e desmoralizar ainda mais a imagem do Maranhão em âmbito nacional.

sábado, 4 de janeiro de 2014

A distância causa o esquecimento?


A distância causa o esquecimento?




É de causar repúdio ler certo tipo de notícias veiculadas por certos blogueiros da capital, onde tenta a todo o momento plantar a lúdica imagem de um governo estadual de desenvolvimento e de realizações, para assim promover o atual secretário de infraestrutura, que nada mais é ou seria o pré- candidato do Grupo Sarney.

Revelam as pesquisas de intenção de votos, que o presidente da EMBRATUR, Flávio Dino assume a dianteira na corrida rumo ao Palácio dos Leões, bem como, raríssimas vezes o secretário de infraestrutura, Luis Fernando ultrapassa os 20% das intenções de votos.

Diante das estatísticas o Grupo Sarney utiliza como rota de fuga altas apostas em blogueiros que se valem de práticas não tão lícitas, mesmo havendo convicção que com tal atitude não irão convencer os seus leitores, e o mais agravante: Ocasiona a derrocada da credibilidade que possuía outrora com a sua imparcialidade.

Recentemente, visualizando alguns blogs da capital deparei-me com tamanha audácia. Se não fossemos conhecedores das mazelas que confirmam o Estado do Maranhão como o mais pobre e miserável da federação, daria muito bem para acreditar em tais postagens manipuladas.

A velha política do atraso dos Sarneys aproxima-se do final, pois a maior parte do público eleitor já é composta por uma outra geração. Os números apontam que os maranhenses querem mudanças, seja A, B, ou C. O que a população já não mais suporta é a continuidade da oligarquia do atraso e da decadência dos Sarneys, que vem há anos atolando o Maranhão cada vez mais.

Alto Parnaíba que localiza-se no extremo sul do estado, ou seja a mais distante da capital, vem pagando o preço da distância que parece causar o esquecimento, onde alunos da única escola da rede estadual vêm assistindo aulas debaixo de guarda-chuva, mulheres morrendo em trabalho de parto por falta de um hospital, assim como o total isolamento por falta da recuperação da MA-006, que está mais para tábua de pirulitos. A segurança é deficiente, pois à sua frente, nem mesmo delegado existe.


Diante dos problemas que Alto Parnaíba padece, torna-se impossível confirmar as notícias que afirmam o estado como um canteiro de desenvolvimento e realizações. Mas a população maranhense poderá confirmar sim, através da tecla verde as mudanças tão necessárias ao desenvolvimento do nosso estado.




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